
Se de fuga eu preciso,
É aqui que venho,
Um lugar secreto,
Longe de tudo,
Onde eu brinco de fazer poema,
Louca, demente, doente,
Poema é coisa de poeta,
Não de gente pequena,
Mas aqui eu sonho,
Esqueço que a dor dói,
Porque a dor dói,
Em quem sente,
E a minha quando dói,
Me transporta ao meu refúgio,
Pois o poeta diz:
"O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente"...
4 comentários:
Sendo um ambiente de refúgio, eu nem deveria estar aqui. Mas esse eu descobri sozinho lembra? Sabe que esse blog me causa um certo fascínio? Não que não goste do outro, muito pelo contrário, adoro. Mas este é como vc mesma dz, quase uma ilha particular.
LINDO Flor! Só alguém com esse coração maravilhoso consegue fazer poesia ssim!
Beijos Adoro-te!
Nunca mais aqui vieste... saudades !!
Amada...há um outro grande poeta que diz que essa dor é como o "milho que estoura depois de arder ao fogo.O que antes era dureza vira uma mágica flor branca e macia". Rubem Alves disse bem. Depois, amada, dessa dor que queima, viramos flor branca e macia. Aguarde!! É para virar flor!
Te amo!
Ju
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